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A ação educativa de Fé e Alegria Brasil insere-se, na educação básica e profissional, incluindo a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, inclusive na modalidade de educação de jovens e adultos - EJA, e a educação técnica.

A Lei de Diretrizes e Bases - LDB, da Educação Nacional, em seu art. 1º, apresenta um conceito global de educação: “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”.

É dentro dessa concepção que se situa a concepção de educação formal: um tipo de educação ministrada numa sequência regular de períodos letivos contínuos e predeterminados por normas e diretrizes do Governo Federal, com progressão hierárquica estabelecida de um nível a outro, que compreende a educação básica - educação infantil, ensino fundamental e ensino médio - até o nível superior universitário. É uma educação orientada para a obtenção de certificados, graus acadêmicos ou títulos profissionais, reconhecidos oficialmente. É oferecida por escolas regulares, centros de formação técnica e tecnológica e sistemas nacionais de aprendizagem.
 
 
Processo educativo que se realiza nas ausências mais emblemáticas da educação formal, voltado à formação dos cidadãos e das cidadãs, na sua condição de agir no mundo para modificá-lo e, modificando-o, melhorar sua vida em coletividade.

No Brasil, considerando-se a divisão da educação em dois grandes campos, que se articulam e se inter-complementam, a educação geral (básica e superior) e a educação profissional ao lado destas foi surgindo e se consolidando uma terceira vertente de ação educativa, a educação social, cujo propósito é preparar pessoas (crianças, adolescentes, jovens e adultos) para o convívio social pleno, buscando colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, seja como vítima seja como autores dessas práticas, além de se auto-promoverem nos planos pessoal, social, produtivo, simbólico-cultural e de transcendência ética, política e religiosa.
 
 
 
A formação continuada e permanente do educador popular precisa ser configurada de modo que construa gradativamente sua identidade profissional, a de um educador íntegro, entusiasta, dinâmico, sensível, alinhado e comprometido com a grande finalidade do modelo educativo de Fé e Alegria. A real possibilidade desse comprometimento e de uma ação efetiva e eficaz está na dependência direta da competência humana, da competência técnica e da competência política deste educador e no princípio de subsidiariedade. A formação continuada e permanente tem o compromisso de contribuir significativamente com a construção dessas competências.
 
 
 
A área de desenvolvimento comunitário em Fé e Alegria constitui uma intervenção institucional que tem como público a comunidade em geral e se realiza na forma de ações educativas específicas, objetivando estimular e apoiar o protagonismo comunitário.

Considerando a missão institucional, pode-se afirmar que seus componentes principais, em termos de atividades, são: o trabalho educativo e a mobilização e articulação de lideranças comunitárias, bem como o fomento às suas iniciativas.
 
 
 
A ação pública, para Fé e Alegria, mais que um conceito, deve expressar determinada opção política institucional. Se temos consciência de que a abrangência de nossa atuação institucional, visando ao atendimento da população necessitada, é limitada, especialmente em função do volume de recursos de que dispomos, a opção pela incidência política apresenta-se como uma opção natural.

É através dela que, de forma efetiva, Fé e Alegria pode e deve defender que a justiça seja feita indistintamente, com atenção privilegiada para aqueles com os quais nos comprometemos - os empobrecidos, os marginalizados e os oprimidos.

A orientação para a ação pública de Fé e Alegria dar-se-á segundo a luz das ciências sociais e dos documentos da Igreja, especialmente dos documentos da Companhia de Jesus, subsídios produzidos nesta direção pelos Centros de Investigação e Ação Social da Companhia de Jesus, no Brasil: Ibrades (RJ), CEAS (BA) Instituto Humanitas – IHU (RS); João Bosco Burnier – Fé e Justiça (MT), bem como dos documentos produzidos pela própria Fé e Alegria, que tratam abundantemente do tema, fundamentando-o.
 
 
 
Para o ser humano, a comunicação com os semelhantes realiza três funções: a) codifica o meio ambiente em que vive; b) define sua condição em relação aos outros; c) favorece sua relação com o meio. Essas funções são importantes porque têm influência decisiva sobre a formação da personalidade e do sentido do eu-com-os-outros-eus-no-mundo (Heidegger). A comunicação é a que transmite os padrões e valores do grupo e a consciência ética que eles têm (ou, eventualmente, deixam de ter).

A importância da comunicação transcende o indivíduo: ela é a força que permite a união do grupo e até a identificação desse grupo. Qualquer grupo, seja de que natureza for, só se constitui e cresce quando se comunica com desenvoltura e negocia as tensividade. A importância da comunicação, para Fé e Alegria, é principalmente, a possibilidade de ampliar espaços educativos.
 

 

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