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Pe. Ignácio
Suñol visita Fé e Alegria Brasil |
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O Coordenador Geral da Federação
Internacional de Fé e Alegria (FIFYA)
visitou os Centros Educativos Fé e Alegria
do Grajaú e de Taipas e esteve na Sede
Nacional ao longo dos 30 e 31 de Março de
2011. |
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| 1. Quais
foram as
suas
impressões ao visitar os
Centros Educativos de Fé e Alegria
localizados em São Paulo? |
| Vi algumas
experiências, de certo modo, inovadoras que
não costumamos ver noutros lugares onde
atuamos. Os assuntos de formação inicial
normalmente ficam unidos a faixas etárias
muito específicas. Aqui tem uma continuidade
muito longa (de 0 a 18 anos). Os meninos e
as meninas não perdem o contato com o Centro
de início e podem depois trabalhar noutras
atividades em horários extra atividades
escolares. Aqui se vive uma experiência de
comunidade, existe um trabalho com os pais e
as mães. |
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Pe.
Ignácio Suñol, sj: "(...) temos
que buscar sempre lugares novos
para servir aos mais
necessitados." |
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| 2. De tudo aquilo que
viu, o que lhe chamou mais atenção? O que
levará no seu coração? |
| Riqueza Humana das
pessoas que trabalham em Fé e Alegria. O
trabalho da equipe, a ilusão e o ato de
cuidar da obra no Brasil. É o que um sempre
leva no coração, um contato fraternal e
amigo. |
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| 3. Pode nos contar as
novidades que logo a Federação aplicará,
desde uma visão institucional até a
operacional? |
| A Federação se instalou
em Bogotá com a ideia de ter uma sede
definitiva. Já não podemos continuar mudando
continuamente. Nós temos uma encomenda:
levar adiante e implementar o III Plano
Estratégico. Temos os programas que devemos
levar adiante e temos o tema “Novas
Fronteiras”. Para tal vamos trabalhar com 3
Comissões. São elas: África, Imigração e
Grupos Indígenas. Vamos colocar em prática
aquilo que nos foi encomendado pela
Assembléia. |
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| 4. Nós sabemos que logo
surgirão duas novas
áreas no Escritório da Federação: Captação
de Fundos e Comunicação. O Sr. poderia nos
falar sobre a importância das mesmas? |
O tema é amplo. Países
do Caribe e da América Latina necessitam de
recursos. Relacionado a este ponto, existem
outras implicações de caráter político. A
Federação tem que trabalhar muito seriamente
nisto. Sobre a Comunicação precisamos criar
a imagem de Fé e Alegria e colaborar com os
países para trabalhar com estes temas,
capacitando-os para que possam fazer e para
que saibam fazer.
Temos a intenção de colocar em prática.
Contudo temos que amadurecer o tema um pouco
mais. Mas, de momento precisamos contratar
pessoal. Na Comunicação já existe um plano e
temos que buscar financiamento para sua
implementação. Ao longo de 2011, pretendemos
operacionalizar isto. |
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| 5. E sobre a expansão de
Fé e Alegria rumo a novas fronteiras? O Sr.
poderia nos adiantar algo sobre o que foi
planejado? |
| O tema de
Novas Fronteiras é para que as Fé Alegria e
a FIFYA possam atender aos mais
necessitados. Vamos rumo a lugares onde
existem maiores necessidades. Serão, como já
disse, três Comissões funcionando. A da
África será monitorada por mim. As outras
duas estarão sob monitoramente de Fé e
Alegrias nacionais. A de Imigração foi
encomendada a Fé e Alegria Guatemala e a de
Povos Indígenas a Fé e Alegria Bolívia. O
restante das Fé e Alegria também acompanhará
com interesses homólogos. O tema de
Imigração está muito relacionado ao Serviço
dos Jesuítas aos Refugiados e de etnias
indígenas à Amazônia. |
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| 6. Qual mensagem o Sr.
gostaria de deixar para toda a equipe de Fé
e Alegria Brasil? |
Acredito que cada Fé e
Alegria, cada país, tem as suas
especificidades e vamos em cada uma marcando
as rotas. Para o momento atual do Brasil,
devemos falar em dois pontos, pelo que a
sociedade nos pede. Gostaria de destacar
que:
1. Fé e Alegria Brasil pode trabalhar com
modelos educativos inovadores para crianças
e jovens, os quais podem servir de exemplo e
ser multiplicados.
2. Conforme passam os anos, Fé e Alegria tem
que manter-se jovem e temos que buscar
sempre lugares novos para servir aos mais
necessitados. É um imperativo que exige
muito de nós. O Brasil é muito extenso e
existem muito lugares para chegarmos com a
nossa Missão. |
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| 7. O Sr. gostaria de
falar algo que não abordamos nas perguntas
anteriores e que o Sr. acha
importante? |
| Desde o ponto de vista
da Federação que todos de Fé e Alegria
tenhamos um olhar de conjunto, que não
sejamos “provincianos”. Que saibamos ter o
olhar responsável de acompanharmos a todos e
a todas! |
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