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adminbr1

23 agosto 2022

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Diretor-presidente de Fé e Alegria apresenta evento sobre pesquisa do setor filantrópico

No último dia 18, foi realizado evento de apresentação da terceira edição da pesquisa “A Contrapartida do Setor Filantrópico no Brasil”, promovido pelo Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif), com apoio da DOM Strategy Partners e auditoria da AUDISA. Sediado no Teatro do CIEE, em São Paulo (SP), o encontro foi mediado pelo diretor-presidente da Fundação Fé e Alegria do Brasil, Pe. Antonio Tabosa, SJ, e teve como objetivo identificar as instituições atuantes do terceiro setor no país e mensurar dados sobre imunidade tributária que retorna em benefícios à sociedade.

O estudo ressaltou os impactos positivos do terceiro setor, como sua capilaridade no país. Em 2020, foram identificadas 27.384 instituições filantrópicas registradas com a Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (CEBAS) e que estão disponíveis a 89% da população brasileira. Desse total, 23% representam associações ligadas à defesa de direitos sociais, 10% correspondem a atividades como o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, e a porcentagem restante equivale a mais de 100 outras categorias registradas, tais como Saúde, Educação Infantil, Entidades Confessionais, entre outras.

 

Outro tema de destaque da apresentação foi a imunidade fiscal, concedida às entidades sem fins lucrativos que comprovem, no mínimo, 20% da sua capacidade em atendimentos gratuitos. De acordo com a pesquisa, a cada 1 real de isenção, 9,79 reais são devolvidos à população em forma de serviços de relevância social. No caso da Fundação Fé e Alegria do Brasil, obra da Companhia de Jesus no país, a cada 1 real de imunidade tributária foram investidos 8,40 reais em projetos de Educação e de Assistência Social, que visam fortalecer a estrutura familiar e desenvolver a autonomia dos atendidos.

“Fico impressionado com todo o trabalho filantrópico realizado por nós. Há muitos desafios pela frente e temos que ficar atentos à legislação. Por isso, precisamos ressaltar que estamos aqui para somar e o quanto o setor filantrópico é aliado do Estado, pois tudo o que realizamos retorna à sociedade”, ponderou o jesuíta Pe. Tabosa, que também é vice-presidente do FONIF.

Da esquerda para a direita: Pedro Mello, consultor da DOM Strategy Partners; Custódio Pereira, presidente do FONIF; Vânia Bezerra, diretora de Compromisso Social do Hospital Sírio Libanês; Marcia de Carvalho Rocha, superintendente da APAE RJ; Pe. Antonio Tabosa, SJ, diretor-presidente de Fé e Alegria e vice-presidente do FONIF; e Irmão Vanderlei Siqueira, presidente do Grupo Marista.
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